Sem glútenLivro digital · no app e em PDF

A comida simples dos avós de Okinawa, com o que tem na feira do Brasil

150 receitas gostosas e baratas para comer bem todo dia, sem passar fome e levantando da mesa leve.

Pix ou cartãoGarantia de 7 diasPagamento seguro
150receitas com foto
6módulos
4bônus
O livro em PDF e o app no celular

Oi, eu sou a TomikoJuntei as receitas das minhas vizinhas de Okinawa.

Tomiko escrevendo na mesa da cozinha
a Tomiko
As vizinhas okinawanas
as vizinhas
01Uma carta da Tomiko

Oi, aqui é a Tomiko. Se você chegou pelo meu Instagram, já sabe: eu não gosto de dieta. Gosto de comida de verdade.

Cresci numa colônia japonesa aqui no Brasil, e do outro lado da cerca de bambu moravam duas vizinhas okinawanas, a dona Kamado e a obaa da família Higa. Nunca vi as duas contarem caloria. Também nunca vi as duas levantarem da mesa estufadas.

Elas comiam batata-doce no lugar do pão, sopa de missô de manhã, verdura da horta e um chá todo fim de tarde. E repetiam uma frase antes de comer: hara hachi bu, a barriga em oito partes de dez.

Juntei aqui 150 receitas daquelas cozinhas, todas sem glúten, adaptadas ao que se acha na feira e no mercado. Quando o ingrediente é japonês, a receita já traz a troca. Não sou médica nem nutricionista: o que eu tenho é a tradição e a cozinha.

Tomiko

02O problema

Por que o almoço pesa e a fome volta às quatro da tarde

Manhã

Pão no café

Enche depressa e acaba depressa.

16h

A fome volta

Em duas horas a gente belisca o biscoito do meio da tarde.

Noite

Come demais

Levanta da mesa estufada, pesada, sem disposição. E na segunda-feira começa outra dieta.

1em5calorias que o brasileiro come hoje vem de comida de pacote.IBGE (POF 2017-2018), via Louzada et al., Rev Saúde Pública 2023.
A Tomiko chama isso de Fogo Baixo: o dia inteiro “cozinhando” comida que não sustenta. Não é falta de força de vontade. É que ninguém ensinou um jeito simples, gostoso e barato de comer diferente. Os avós de Okinawa tinham esse jeito.
03O que os pesquisadores acharam

Em Okinawa, chegar aos 100 anos era 4 a 5 vezes mais comum

Por décadas, uma equipe de pesquisadores acompanhou os idosos da ilha. Conferiram certidão por certidão, e os números eram de verdade.

O que isso quer dizer para vocêNão era sorte nem remédio caro. Era o jeito de comer e de viver daquela geração. É esse jeito que está no livro, com o que tem na feira daqui.

4–5×mais pessoas com 100 anos ou mais, a cada 100 mil habitantes
Okinawa ~50
EUA e Europa ~10

Fonte: Willcox DC, Willcox BJ et al. (Okinawa Centenarian Study), Mech Ageing Dev 2014; idades conferidas em J Gerontol 2008. Dados de meados dos anos 2000, sobre a geração nascida antes da guerra.

04O prato deles

O “segredo” custava pouco: batata-doce

Ninguém ali tomava pó caro nem comia fruta importada. Mais da metade do prato era batata-doce, a mesma da feira. O resto era arroz, verdura da horta, soja e um pouquinho do mar.

O que isso quer dizer para vocêPrato que enche e não pesa: batata-doce, verdura, feijão e soja sustentam por horas e cabem no bolso de qualquer família.

“Mas batata-doce todo dia não engorda?”O segredo não é comer só batata-doce. É trocar o pão branco e a comida de pacote por comida de verdade, com fibra, e parar antes de encher. No livro, ela vem em porção de prato da ilha, sempre ao lado da verdura.

Batata-doce assada
69%batata-doce
31%arroz, verdura, soja, peixe
Carne, pão e doce: quase nada

Fonte: Willcox BJ et al. Annals of the New York Academy of Sciences, 2007 (registros de 1949, um tempo de pouca comida no pós-guerra).

05A prova

Quando trocaram o prato, perderam o 1º lugar

Depois da guerra, chegaram o enlatado, o fast-food e o pão. Os netos foram largando a batata-doce. E a ilha que liderava a vida longa no Japão foi caindo na tabela.

1985
1º
de 47 estados

A comida da vovó ainda era a do dia a dia.

2000
26º
de 47 estados

Chegam o enlatado e o fast-food.

2020
43º
de 47 estados

Comida de pacote todo dia.

Lugar dos homens de Okinawa no ranking de expectativa de vida do JapãoFonte: Ministério da Saúde do Japão (MHLW), 1985, 2000 e 2020. A mudança de hábitos é uma das causas apontadas, não a única.

O que isso quer dizer para vocêO prato faz diferença. E o caminho de volta começa na cozinha: uma receita por dia, com o que tem aqui.

As vizinhas à mesa
Hara hachi bu.

“A barriga em oito partes de dez.” As vizinhas repetiam essa frase antes de cada refeição.

06O Método Hara 8

Pare antes de encher

Antes de comer, os avós de Okinawa diziam hara hachi bu: “a barriga em 8 partes de 10”. Comiam cerca de 10% a menos do que precisavam, sem passar fome.

O que isso quer dizer para vocêVocê não conta caloria nem corta o que gosta: aprende a parar antes. A refeição fica leve, e a tarde fica com mais disposição.

8/10Satisfeito, não estufado
8 partes de comida2 partes vazias

Fonte: Willcox BJ, Willcox DC. Curr Opin Clin Nutr Metab Care, 2014.

1

Parar em 8 de 10

O truque do pauzinho, a pausa antes do último bocado e a tigela menor.

2

O prato da ilha

Batata-doce primeiro, horta colorida, soja ou feijão. Tudo de feira, sem glúten.

3

Um chá e um fermentado

Nuchi gusui: um chá para cada hora do dia e um fermentado pequeno, como a sopa de missô.

07Na prática

Como fica a sua semana

  • Domingo

    Uma hora de preparo: o caldo, a conserva e as bolinhas de missô. A semana anda sozinha.

  • Na feira

    A lista já vem separada em feira, mercado e loja oriental. Nada de rodar a cidade atrás de ingrediente.

  • Todo dia

    Você abre o app e o cardápio de 21 dias diz o que fazer no café, no almoço e no jantar.

  • No almoço

    O prato da ilha, e a regra das 8 partes de 10. Levanta da mesa satisfeita, não estufada.

  • 4 da tarde

    O chá da Tomiko no lugar do biscoito.

Tomiko escolhendo batata-doce e chuchu na feira
Tudo de feira. Batata-doce, chuchu, abóbora, inhame: o que você já encontra perto de casa.
08O que tem dentro

150 receitas com foto, no app e no papel

No celular: escolha a receita e cozinhe. Dá para marcar os ingredientes enquanto separa.

No papel: cada receita tem a página em A4 para imprimir.

Para guardar: baixe cada módulo ou o livro inteiro em PDF.

25Chás e bebidas
25Cafés da manhã
35Almoços
35Jantares
15Conservas e fermentados
15Doces
A receita no app e a página impressa
Champuru de melão-de-são-caetano com tofu
AL01 · 25 MIN
Champuru de melão-de-são-caetano com tofu
sem glútenvegetariano
Batata-doce assada com ovo cozido e gergelim
CM01 · 50 MIN
Batata-doce assada com ovo cozido e gergelim
sem glútenvegetariano
Sopa de abóbora cabotiá com gengibre
JA07 · 35 MIN
Sopa de abóbora cabotiá com gengibre
sem glútenvegano
Bolo de fubá com erva-doce, sem trigo
DO15 · 55 MIN
Bolo de fubá com erva-doce, sem trigo
sem glútenvegetariano
Chá de cúrcuma com gengibre
CH06 · 15 MIN
Chá de cúrcuma com gengibre
sem glútenvegano
Pepino no sal rápido (asazuke)
FE01 · 15 MIN
Pepino no sal rápido (asazuke)
sem glútenvegano
Juushii de frango e legumes
AL13 · 40 MIN
Juushii de frango e legumes
sem glútensem lactose
Chá de casca de abacaxi com cravo e canela
CH13 · 25 MIN
Chá de casca de abacaxi com cravo e canela
sem glútenvegano
Página do livroPágina do livroPágina do livroPágina do livroPágina do livro

Páginas de verdade do livro: o Método Hara 8, o prato-modelo, uma receita, o cardápio e a página da geladeira.

09Algumas coisas que você vai descobrir

Dentro do livro, em páginas certinhas

  1. 01

    O truque do pauzinho que os avós de Okinawa usavam para parar de comer antes de encher, sem passar fome e sem contar caloria

    Método Hara 8
  2. 02

    25 cafés da manhã sem pão que seguram até o almoço: cuscuz, tapioca, batata-doce, ovo e mingau de arroz

    Café da manhã
  3. 03

    O que pôr no prato no lugar do pão francês, e por que a batata-doce da feira sustenta muito mais

    Parte 1
  4. 04

    Melão-de-são-caetano amargo demais? O truque do sal e dos 10 minutos que a vizinha Setsuko ensinou (ou faça com jiló ou chuchu)

    AL01
  5. 05

    O chá das quatro da tarde que entra no lugar do biscoito, e os outros três chás de cada hora do dia

    Bônus 3
  6. 06

    A sopa de missô em 5 minutos, com as bolinhas que você deixa prontas na geladeira, sem tablete de caldo

    FE09
  7. 07

    Por que a Tomiko risca um X no nabo antes de pôr na panela, e o que isso muda no gosto do caldo

    JA18
  8. 08

    O chá de casca de abacaxi que aproveita o que ia para o lixo e entra no lugar do suco de caixinha

    CH13
  9. 09

    A troca de um vidrinho só que deixa quase toda receita japonesa sem glúten, e onde achar no mercado comum

    A despensa
  10. 10

    Arroz com feijão do jeito da ilha: o prato de todo dia, com mais verdura e menos peso

    AL15
  11. 11

    O tsukemono de pepino em 20 minutos: a conserva mais fácil do livro, com o sal pesado certinho

    FE01
  12. 12

    O “umeboshi brasileiro” de vinagreira que a colônia fazia em maio e junho

    FE07
  13. 13

    Doces sem uma colher de farinha de trigo: batata-doce, mandioca, polvilho, coco e as frutas da feira

    Doces
  14. 14

    A sopa de abóbora cabotiá com gengibre que esquenta por dentro nas noites frias

    JA07
  15. 15

    O prato-modelo da Tomiko: metade horta, um quarto batata-doce, um quarto soja ou feijão, mais a sopa e o chá

    Parte 1
  16. 16

    O que fazer no domingo, em uma hora, para a semana inteira andar sozinha

    Bônus 1
  17. 17

    A lista de compras da semana já separada em feira, supermercado e loja oriental

    Bônus 2
  18. 18

    Quem deve tomar cuidado com o melão-de-são-caetano, com as algas e com os chás, escrito em cada receita

    Cuidado
10Para quem é

Este livro é para você se…

É para você

  • Quer comer melhor sem fazer dieta
  • Sente o almoço pesar e a fome voltar no meio da tarde
  • Quer tirar o pão e o glúten sem sofrer
  • Gosta de cozinhar comida simples, de feira
  • Quer receitas que a família toda come

Não é para você

  • Procura promessa de emagrecer rápido
  • Quer remédio ou cura para alguma doença
  • Não quer entrar na cozinha de jeito nenhum
11A oferta

Tudo o que você recebe hoje

150 receitas com foto

25 chás e bebidas, 25 cafés da manhã, 35 almoços, 35 jantares, 15 conservas e fermentados, 15 doces

O livro
O Método Hara 8

Parar em 8 de 10, o prato da ilha e um chá e um fermentado, explicado com gráficos e fontes

Parte 1
“Se não achar, use”

A troca brasileira de cada ingrediente japonês, receita por receita

Em toda receita
Cardápio de 21 dias

Café, almoço, jantar e chá, só com receitas do livro

Bônus 1
Listas de compras por semana

Feira, supermercado e loja oriental, para 2 pessoas

Bônus 2
Guia dos chás e fermentados

Um chá para cada hora do dia e fermentados sem medo

Bônus 3
Página da geladeira

O Método Hara 8 numa página A4 para prender com um ímã

Bônus 4
Acesso pelo celular, tablet e computador

Entra pelo link que chega no seu e-mail, sem instalar nada da loja.

Incluído
12Dúvidas

Perguntas que me fazem

O que eu recebo, exatamente?
Acesso ao app com as 150 receitas (cada uma com foto, ingredientes, troca brasileira e modo de fazer), o Método Hara 8 e os 4 bônus. Dentro do app, cada receita e cada módulo têm o PDF para baixar e imprimir. O livro inteiro também sai em PDF.
Batata-doce todo dia não engorda?
O segredo não é comer só batata-doce. É trocar o pão branco e a comida de pacote por comida de verdade, com fibra (batata-doce, verdura, feijão, soja), e parar antes de encher. Nas receitas, a batata-doce vem em porção de prato da ilha, ao lado da verdura. Quem tem diabetes ou outra condição deve seguir a orientação do próprio médico.
Preciso de ingrediente japonês difícil?
Não. Todas as receitas usam o que se acha em mercado comum e na feira. Quando aparece um ingrediente japonês, a própria receita traz a troca: “se não achar, use”. O melão-de-são-caetano vira jiló ou chuchu, o daikon vira nabo, e assim por diante.
Tenho que cozinhar muito?
Não. A maioria das receitas leva de 15 a 30 minutos, e o cardápio de 21 dias aproveita as sobras: você cozinha uma vez e come duas. Tem um dia de preparo no domingo, de mais ou menos uma hora.
Moro sozinha. Serve para mim?
Serve. As receitas rendem de 1 a 4 porções, e as listas de compras são para duas pessoas: é só comprar a metade, ou guardar na geladeira, como o livro ensina.
As receitas são mesmo sem glúten?
Sim, as 150. Sem farinha de trigo, sem pão, sem shoyu comum (a Tomiko usa tamari). Missô e fubá trazem o lembrete de conferir no rótulo, porque algumas marcas levam cevada ou traços de glúten.
É dieta para emagrecer?
Não. É um jeito de comer para o dia a dia, com mais verdura, batata-doce, soja e comida de verdade, do jeito que os avós de Okinawa comiam. O foco é comer bem, com disposição, não a balança.
Tenho pressão alta, diabetes ou tomo remédio. Posso usar?
As receitas são comida caseira, mas o livro não substitui o seu médico ou nutricionista. Quando faz diferença, a receita traz o quadro “Cuidado” (por exemplo: melão-de-são-caetano com remédio de diabetes, algas e tireoide, sal do missô). Na dúvida, mostre ao seu médico.
Como recebo o acesso?
Logo depois da confirmação do pagamento, chega no seu e-mail o link do app e o acesso. No Pix e no cartão, costuma levar poucos minutos. Funciona no celular, no tablet e no computador.
Posso imprimir?
Pode. Cada receita tem a página em A4 para imprimir, e dá para baixar cada módulo ou o livro todo. É para uso da sua família, não pode ser revendido.
A Tomiko existe?
A Tomiko é uma personagem, inspirada nas avós okinawanas e nipo-brasileiras que trouxeram essa cozinha para o Brasil. As receitas e o método foram feitos com base em pesquisa e fontes reais, citadas no livro.

Comece com uma receita por dia

P.S. Você não precisa mudar tudo amanhã. Comece com uma receita por dia e com a regra das 8 partes de 10. São 150 receitas com foto, sem glúten, com o que tem na feira, por R$ 19,90.

P.P.S. A garantia é de 7 dias: faça três receitas e decida com a barriga, não com a cabeça.

R$ 19,90150 receitas · app + PDF
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